25.5.13


Não há escrita quando se deixa de sentir.
A alma vazia deixa o corpo analfabeto de sentimentos. 
A empatia com as palavras some.
Não há coerência.
Os textos ficam tão inacabados quanto à vida que insistente, tenta chegar a um fim.
Chegar a um fim sem se dá um fim.
Há possibilidades?
Não há escrita quando se deixa de ser.
Mas o que eu sou, afinal?
Os gritos desesperados das palavras ou esse silêncio ensurdecedor?


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