20.10.09

But when you talk about destruction...


Não me reconheço a um tempo... beiro a loucura e dela não quero mais sair. É como se a fuga agora servisse de fato para justificar, para continuar vivendo. Sei de uma variedade de coisas erradas, injustas, sacanas, egoístas... Não se deve brincar com o outro, não se deve brincar consigo mesmo. Eu chego a acreditar que não é comigo, chego a sentir, mas eis que o plano se recolhe e eu vejo a realidade se formando a minha volta, em pleno calmaria, quando a minha falta de lucidez é apenas caos. Dominado e dominação. Quando essas coisas se confundem não há mais volta. Enquanto nos mantemos alheios, sãos... as coisas podem recomeçar de algum ponto escolhido aleatoriamente. Quando perdemos o vão, deixamos a sanidade guardada em nosso armário, damos passos rasos por caminhos que não terão volta jamais... e tudo finda por aqui! Uma ‘simples’ coisa pode mudar a vida de uma pessoa. Mas se tal coisa for de fato impossível, ela pode destruir essa mesma vida.

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