3.10.09

(...)

Deu-lhe uma razão para ela escrever suas próprias palavras, para ver que as palavras também lhe tinham dado vida.
— Não se castigue — a menina a ouviu dizer outra vez. Mas haveria castigo e sofrimento, e haveria também felicidade. Em escrever.
Passadas mais de duas horas, Liesel Meminger começou a escrever, sem saber como conseguiria fazer isso direito. Como poderia saber que alguém apanharia sua história e a carregaria consigo por toda parte?
Ninguém espera essas coisas.
Ninguém as planeja.
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- A menina que roubava livros (Markus Zusak)

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