8.4.09

Eu observo! E tu, observas?


Até que ponto nos é permitido invadir a vida alheia e fazer dessa a nossa vida? Quais os nossos direitos e da onde eles surgem? O que move as relações interpessoas? Respeito, moralidade, confiança, amor, algum outro sentimento que não se sabe denominar? É o tempo que passa, as pessoas que mudam, as situações que parecem se repetir, até que encontramos uma diferença primordial para deixarmos de compará-las. O que pensamos que somos para causar ao outro, sentimentos ou sensações que não queremos que nos causem? Será que somos movidos mais pelo egoísmo, do que por qualquer outro sentimento? Sempre mais fácil enxergar só um lado, o seu lado. Assumir um erro? Só eventualmente, por que perfeição em totalidade é tão ruim quanto defeitos em demasia. Onde está o meio termo? Está em assumir nossas virtudes com louvor ou em mostrar nossos defeitos sem medo de algum julgamento? A maioria das pessoas julga, por medo de serem julgadas, há sempre um segredo inerente à sombra do julgador. E não estou falando de leis positivadas.

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