14.1.08

“Como a gente é pequenininho e como é grande a nossa ignorância...”


Durante toda a historia da humanidade vivemos separando classes (escravos – realeza; servos – senhores feudais; trabalhadores - capitalistas), ainda há sociedades que vivem assim, a Índia divide seu povo em Castas que não podem nem devem ser misturadas. Mas o que vale realmente? O Status social ou o Status humano? Uns podem se considerar melhores que outros, por terem melhores condições? E fazer isso maior que seu próprio caráter? Aprendi que caráter é o que diz aquilo que determinado homem é e não seu saldo no banco. Aprendi também que nem sempre a gente pensa assim, que nem sempre o “money” é o que determina quem você é, às vezes, até queremos pensar assim ou esconder isso – poucos ainda acreditam na humanidade, mas algo que alguns denominam de vontade de ter, eu particularmente chamo de: falta de vontade de ser, faz da gente uma humanidade burra, que se admira quando vê um exemplo de honestidade, como se fosse a coisa mais difícil do mundo, fazer o certo é admirável e contestado. O mundo está ao contrario e ninguém se move pra mudar ou as pessoas que estão? Diria por fim, que um intercala o outro e torna-se a mesma coisa, conserta-se o homem, conserta-se o mundo. Dinheiro pode ate ser necessidade, haja vista a globalização, mas nunca em hipótese alguma, deve ser maior do que aquilo que você é. E ninguém é melhor que ninguém por status social, e acho que nem preciso citar exemplos que comprovem isso. O racismo não resolve diferença. O seu dinheiro não irá comprar um homem de caráter. O fato de você não ter algo não o faz menos que aquele que tem. E a submissão um dia muda de lado, mais cedo ou mais tarde. Nada é durável o tempo suficiente pra escravizar algo ou alguém a vida inteira. No mais, grito de peito erguido: seja você quem for, faça sempre a coisa certa. E tenho dito...
(Palavras que devem ser repetidas: Iguais, Honestos, Vivos, Gente! Um só povo, uma so raça, a Humana! Nenhuma cor, a menos que seja a cor da natureza que todos compartilhamos, nenhum melhor que o outro, cada um sendo o que é e Usufruindo o bem maior: a Capacidade de viver!)

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